Ordem das palavras e partículas

Assimetrias com o idioma japonês.

Português e japonês têm um número de assimetrias relacionadas às estruturas de suas frases, entre elas, as famosas partículas.

Em primeiro lugar a ordem sujeito+verbo+objeto que empregamos é substituída pela sujeito+objeto+verbo no japonês.

Sala de aula joponesaAlém disso, em japonês, a pessoa que fala não mede esforços para o sujeito, assim como o objeto se ele está subentendido. Mosso esforço neste aspecto é apenas parcial.

Um terceiro aspecto é que a ordem das palavras é extremamente flexível no japonês.

Por exemplo, se uma sentença em japonês tem tem um substântico como sujeito, outro como objeto e, um verbo, o sujeti e o objeto podem trocar de posição, bastanto apenas que o verbo continue com sua posição no final da frase.

Assim a sentença “Alexandre convidou Patricia” pode ser escrita “Alexandre ga Patricia o shōtaishita” ou “Patricia o Alexandre ga shōtaishita” em japonês. Estas frases têm o mesmo significado em função da partícula indicadora de sujeito “ga” em ambas continua ligada a “Alexandre”. Não há similares para as partículas “ga” e “o” em português.

Por outro lado, a partícula que marca itens ou objetos não substantivos pode ter similares na contrapartida ao português. Por exemplo, “Nichiyobi ni ikamasu” que significa “(Eu) irei (lá) no domingo”, a partícula “ni” pode ser entendida como no (contração de preposição “em” e artigo “o”).

Então. Se tivéssemos que representar a ordem das palavras em japonês esquematicamente, poderíamos pensar em algo como:

[substântivo]+[partícula] [substântivo]+[partícula] … [substântivo]+[partícula] [verbo]

Atente para o fato de que as partículas não expressam apenas a função gramatical das palavras e frases dentro de uma sentença.  Elas também incluem partículas de foco (ou focais) que expressam informações além da sentença, como o ponto de vista de quem fala, atitudes e perpectivas.

Por exemplo, “katakana mo kakimasu” significa que alguém escreveu em katakana com a adição de pelo menos um tipo de caractere diferente. Já “katakana dake kimasu” significa que esta pessoa se expressou apenas em katakana.  Pode-se entender como “também em” e “apenas em”. Já “Katakana nado kakimasu” significa que alguém escreveu em katakana e outros tipos de caracteres.

Percebemos então que as partículas podem expressar informação contextual  além de especificidade, como os nossos artigos definidos.

Um exemplo é “inu wa asoko ni imasu” , que significa “o cachorro está lá”, mas “inu ga asoko ni imasu” significa “há um cachorro lá”. A partícula “wa” marca definitivamente um item conhecido por que fala e por que escuta apesar de sua função principal ser a determinação do sujeito.

Matana.

Você gostaria de conhecer outro aspecto curioso sobre o Japão?

Por gentileza, não se esqueça que estou em uma jornada no aprendizado de um novo idioma. Assim, posso cometer alguns erros, tanto de grafia como de tradução ou mesmo, de interpretação. Portanto, tenham paciência. Obviamente, críticas construtivas são sempre bem vindas. Para tanto, utilizem o formulário neste link ou o espaço para comentários logo abaixo deste tópico.

Estou neste momento fazendo curso online neste website. Posso dizer que estou gostando muito. Além disso, acompanho vários canais de vídeo  no Youtube e artigos na Internet. Sempre que possível vou procurar manter atualizada a lista de links que julgo relevantes. Ela é facilmente identificável na coluna direita de nossa página.

 

Ordem das palavras e partículas

Assimetrias com o idioma japonês.

Português e japonês têm um número de assimetrias relacionadas às estruturas de suas frases, entre elas, as famosas partículas.

Em primeiro lugar a ordem sujeito+verbo+objeto que empregamos é substituída pela sujeito+objeto+verbo no japonês.

Sala de aula joponesaAlém disso, em japonês, a pessoa que fala não mede esforços para o sujeito, assim como o objeto se ele está subentendido. Mosso esforço neste aspecto é apenas parcial.

Um terceiro aspecto é que a ordem das palavras é extremamente flexível no japonês.

Por exemplo, se uma sentença em japonês tem tem um substântico como sujeito, outro como objeto e, um verbo, o sujeti e o objeto podem trocar de posição, bastanto apenas que o verbo continue com sua posição no final da frase.

Assim a sentença “Alexandre convidou Patricia” pode ser escrita “Alexandre ga Patricia o shōtaishita” ou “Patricia o Alexandre ga shōtaishita” em japonês. Estas frases têm o mesmo significado em função da partícula indicadora de sujeito “ga” em ambas continua ligada a “Alexandre”. Não há similares para as partículas “ga” e “o” em português.

Por outro lado, a partícula que marca itens ou objetos não substantivos pode ter similares na contrapartida ao português. Por exemplo, “Nichiyobi ni ikamasu” que significa “(Eu) irei (lá) no domingo”, a partícula “ni” pode ser entendida como no (contração de preposição “em” e artigo “o”).

Então. Se tivéssemos que representar a ordem das palavras em japonês esquematicamente, poderíamos pensar em algo como:

[substântivo]+[partícula] [substântivo]+[partícula] … [substântivo]+[partícula] [verbo]

Atente para o fato de que as partículas não expressam apenas a função gramatical das palavras e frases dentro de uma sentença.  Elas também incluem partículas de foco (ou focais) que expressam informações além da sentença, como o ponto de vista de quem fala, atitudes e perpectivas.

Por exemplo, “katakana mo kakimasu” significa que alguém escreveu em katakana com a adição de pelo menos um tipo de caractere diferente. Já “katakana dake kimasu” significa que esta pessoa se expressou apenas em katakana.  Pode-se entender como “também em” e “apenas em”. Já “Katakana nado kakimasu” significa que alguém escreveu em katakana e outros tipos de caracteres.

Percebemos então que as partículas podem expressar informação contextual  além de especificidade, como os nossos artigos definidos.

Um exemplo é “inu wa asoko ni imasu” , que significa “o cachorro está lá”, mas “inu ga asoko ni imasu” significa “há um cachorro lá”. A partícula “wa” marca definitivamente um item conhecido por que fala e por que escuta apesar de sua função principal ser a determinação do sujeito.

Matana.

Você gostaria de conhecer outro aspecto curioso sobre o Japão?

Por gentileza, não se esqueça que estou em uma jornada no aprendizado de um novo idioma. Assim, posso cometer alguns erros, tanto de grafia como de tradução ou mesmo, de interpretação. Portanto, tenham paciência. Obviamente, críticas construtivas são sempre bem vindas. Para tanto, utilizem o formulário neste link ou o espaço para comentários logo abaixo deste tópico.

Estou neste momento fazendo curso online neste website. Posso dizer que estou gostando muito. Além disso, acompanho vários canais de vídeo  no Youtube e artigos na Internet. Sempre que possível vou procurar manter atualizada a lista de links que julgo relevantes. Ela é facilmente identificável na coluna direita de nossa página.

 

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