A morfologia dos verbos – Uma visão geral

Uma análise inicial sobre os verbos.

VerbosOs verbos na língua portuguesa são conjugados com base no número e pessoa do sujeito, como em “eu ando”, “ela lê” e “eles sabem”. No idioma japonês, os verbos não se alteram seguindo este mesmo critério.

Em fato, substantivos não tem uma distinção singular/plural. Os verbos em japonês mudam de forma baseado no tempo verbal e sua polaridade, ou seja, se são afirmativos ou negativos, assim como pelos sufixos, ou outras formas, que os seguem.

Por exemplo, “tabe” (食べ) é a forma mais curta para se pronunciar o verbo “comer” e não carrega em si qualquer informação sobre o tempo verbal.

Entretanto,  “tabe-ru” (食べる) indica “comerei” ou “irá comer”, “tabeta” (食べた) significa “comi” ou “foi comido”, e “tabenakatta” (食べなかった) significa “não como”.

Os verbos em japonês podem ser seguidos por sufixos adicionais ou verbos auxiliares, criando uma longa locução verbal que pode soar como uma única e longa palavra.

Por exemplo, “tabesaserareta” significa “foi feito para comer” e “tabesaserarenakatta” significa “não foi feito para comer”. Estes exemplos demonstram que a morfologia dos verbos são extremamente aglutinativas, permitindo uma longa sequencia de sufixação dentro da mesma unidade fonética, ou fonológica.

Bastante interessante também é notar que os adjetivos mostram alguma natureza verbal também no sentido de conjugarem-se de acordo com o tempo e polaridade. Por exemplo, “taka” é a raiz para o adjetivo “takai”, “caro”, ” de alto custo” porém, “takai” também significa “é caro”, usado como predicado da sentença.

Assim como os verbos, adjetivos mudam de forma dependendo do tempo e polaridade: “takakatta” significa “era caro” e “takakunakatta” significa “não era caro”.

Matana.

Você gostaria de conhecer outro aspecto curioso sobre o Japão?

Por gentileza, não se esqueça que estou em uma jornada no aprendizado de um novo idioma. Assim, posso cometer alguns erros, tanto de grafia como de tradução ou mesmo, de interpretação. Portanto, tenham paciência. Obviamente, críticas construtivas são sempre bem vindas. Para tanto, utilizem o formulário neste link ou o espaço para comentários logo abaixo deste tópico.

Estou neste momento fazendo curso online neste website. Posso dizer que estou gostando muito. Além disso, acompanho vários canais de vídeo  no Youtube e artigos na Internet. Sempre que possível vou procurar manter atualizada a lista de links que julgo relevantes. Ela é facilmente identificável na coluna direita de nossa página.

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Em fato, substantivos não tem uma distinção singular/plural. Os verbos em japonês mudam de forma baseado no tempo verbal e sua polaridade, ou seja, se são afirmativos ou negativos, assim como pelos sufixos, ou outras formas, que os seguem.

Por exemplo, “tabe” (食べ) é a forma mais curta para se pronunciar o verbo “comer” e não carrega em si qualquer informação sobre o tempo verbal.

Entretanto,  “tabe-ru” (食べる) indica “comerei” ou “irá comer”, “tabeta” (食べた) significa “comi” ou “foi comido”, e “tabenakatta” (食べなかった) significa “não como”.

Os verbos em japonês podem ser seguidos por sufixos adicionais ou verbos auxiliares, criando uma longa locução verbal que pode soar como uma única e longa palavra.

Por exemplo, “tabesaserareta” significa “foi feito para comer” e “tabesaserarenakatta” significa “não foi feito para comer”. Estes exemplos demonstram que a morfologia dos verbos são extremamente aglutinativas, permitindo uma longa sequencia de sufixação dentro da mesma unidade fonética, ou fonológica.

Bastante interessante também é notar que os adjetivos mostram alguma natureza verbal também no sentido de conjugarem-se de acordo com o tempo e polaridade. Por exemplo, “taka” é a raiz para o adjetivo “takai”, “caro”, ” de alto custo” porém, “takai” também significa “é caro”, usado como predicado da sentença.

Assim como os verbos, adjetivos mudam de forma dependendo do tempo e polaridade: “takakatta” significa “era caro” e “takakunakatta” significa “não era caro”.

Matana.

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